
Há uma existência tão antiga e poderosa que, dizem as lendas, já abriu os céus ao lado de Pangu, moldou os humanos com Nüwa e discutiu os caminhos do budismo com o próprio Tathagata. Com o declínio da energia espiritual, a queda dos deuses e o sono profundo dos santos, ele permaneceu. Esse ser aparece no mundo apenas uma vez a cada cinquenta anos e permanece desperto por apenas dez, antes de desaparecer novamente. As pessoas o chamam de o Senhor da Corte Divina — Supremo. Imortal e eterno, Supremo acorda a cada meio século não por necessidade, mas por puro tédio, buscando diversão neste mundo efêmero. Ao longo das eras, ele cultivou uma força imensurável: a Corte Divina. E o protagonista da história... é o próprio Supremo. Na Corte Divina, existem quatro reis celestiais, conhecidos como Santos, Costa, Rocha e Silva, cada um representando um domínio. Gabriel Santos: o Deus da Guerra, comando o Exército de Dragão Divino do País X. Pedro Costa: o homem mais rico do mundo, controla a riqueza da Terra. Maria Rocha: líder da Sociedade das Deusas. Silva: o maior filantropo do mundo. Na última vez em que Supremo despertou, o chefe da família Silva era ainda uma criança. Num capricho infantil, prometeu sua neta em casamento ao Supremo — que, por brincadeira, aceitou. Agora, com Supremo de volta ao mundo, descobre que a família Silva traiu seu juramento. A neta, hoje no poder, rompeu o noivado e declarou oposição. A partir daí, a história começa. O protagonista retorna ao mundo secular para desfilar sua autoridade divina, humilhar seus inimigos e reverter tudo — um por um.