
Aos dezoito anos, Manuela Almeida foi tratada com injustiça na divisão dos bens da família. O irmão ficou com cinco milhões, enquanto ela só ganhou as roupas velhas da avó. Mesmo assim, não se abateu. Saiu de casa e, contando com sua própria determinação — e com a caderneta de poupança e a escritura da casa que a avó escondeu nas roupas velhas —, Manuela deu a volta por cima e construiu uma vida brilhante.